top of page

A equipa da Native Scientists reuniu-se para o Retiro de 2025

  • Foto do escritor: Native Scientists
    Native Scientists
  • há 6 dias
  • 3 min de leitura

Atualizado: há 1 dia

Flexibilidade, melhor gestão do tempo, aumento da produtividade e redução dos custos de deslocação estão entre os benefícios reconhecidos do trabalho à distância. No entanto, a desvantagem deste sistema perfeito é a falta de interação social: a némesis do trabalho em equipa.


Na Native Scientists, acreditamos que o trabalho de equipa faz o sonho acontecer. De forma fomentar as ligações interpessoais e criar um sentido de comunidade, organizámos o nosso primeiro retiro. Apesar da chuva, a equipa reuniu-se em Lagos, Portugal, de 17 a 18 de março, para dois dias de team-building e análise introspectiva. Vindos de todo o país, encontramo-nos para um evento que nos iria afetar de formas que ainda não tínhamos imaginado.





Depois dos habituais quebra-gelos iniciais, participámos numa série de oficinas em que todos os membros da Native se conheceram (e apresentaram) uns aos outros a um nível mais profundo, criando laços que certamente perdurarão durante o seu tempo na organização. Depois de construirmos torres (in)estáveis com os poucos recursos que nos foram fornecidos e de aprendermos a fazer croché, seguimos para a praia, terminando com um mergulho frio e gelado no mar. Este retiro criou as condições perfeitas para promover a colaboração entre membros e a resolução criativa de problemas enquanto nos divertimos. O resultado? Uma equipa mais coesa, motivada e inspirada, pronta para enfrentar os desafios que se avizinham.


Mas não se tratou apenas de diversão e descontração. As oficinas foram também um momento de planeamento de estratégias para o futuro da Native. Cada departamento avaliou os seus pontos fortes e fracos, celebrando os sucessos e abordando as áreas a melhorar. Em conjunto, a equipa aprendeu a lidar com diversas personalidades e a comunicar eficazmente entre si e com o público. Por fim, reservámos um momento para refletir sobre as conquistas da Native, alinhando-nos com os objetivos da organização para o futuro.





“O nosso retiro foi uma oportunidade incrível para nos relacionarmos pessoalmente e crescermos tanto profissionalmente como enquanto organização. Desde discussões esclarecedoras sobre o nosso trabalho, a atividades de team-building e formação valiosa, aproveitámos ao máximo o nosso tempo juntos. Como uma equipa jovem e vibrante, saímos mais inspirados, alinhados e prontos para enfrentar novos desafios”, comentou a nossa co-fundadora, Joana Moscoso. A Joana é uma forte promotora da construção de relações entre os membros da equipa, inspirando-nos a trabalhar para os objetivos e desafios futuros. 


Para além dos membros e pessoas voluntárias, o retiro da Native teve um convidado bastante especial. Como mecenas da Native, Paulo Marques, co-fundador da Feedzai e da TUMO Portugal, foi convidado a participar neste retiro de dois dias. Organizou duas das oficinas mais apreciadas, onde salientou a importância do trabalho em equipa, delineando expectativas e estratégias para melhorar o fluxo de trabalho e a comunicação. As lições aprendidas nestas sessões serão inestimáveis para o quotidiano da equipa da Native e para os seus empreendimentos profissionais. “É fantástico ver uma equipa tão motivada em levar a ciência a todas as crianças do ensino básico em Portugal. Não podia ficar mais contente com o privilégio de poder apoiar este projeto.”, afirmou Paulo no final dos dois dias intensos.



A combinação de atividades de team-building, oficinas e interações espontâneas do retiro deixou uma marca duradoura, com a equipa a destacar a oportunidade de conhecerem os seus colegas fora dos seus ecrãs.


Vários membros expressaram um grande sentido de propósito e apreço pela missão da organização, destacando o seu crescimento pessoal e profissional como principais benefícios do seu tempo na Native. Um membro referiu: “Fez-me perceber o quanto gosto de trabalhar com pessoas motivadas e com vontade de causar impacto”, enquanto outro partilhou: “Se todas as equipas fossem assim, o trabalho seria muito mais fácil e seria um lugar onde não nos importamos de acordar de manhã para ir”.


O feedback extremamente positivo sublinha a importância crucial de organizar eventos dinâmicos onde os laços são solidificados e a colaboração é fomentada, assegurando que a Native Scientists continua a ser uma força vibrante, motivada e com impacto na promoção da literacia científica. Investir nestas oportunidades de conexão em pessoa e experiências partilhadas não é apenas um luxo, mas uma necessidade para manter uma equipa forte e unida dedicada a fazer a diferença.

CATEGORIAS

bottom of page